Geane Masago

Um espaço todo seu para puro deleite do leitor, aqui voce encontrará a poesia intimista. Seja bem vindo.

Wind love

sexta-feira, 10 de maio de 2013

Carta à Eminem

Carta à Eminem

Hoje estou em fuga
do poema, que dirá do poesia.

Mas, não posso passar 
em nuvens brancas.

Sim há, sim muita sujeira
por debaixo do pano.

Sei que voce não me
compreendera, mas tudo bem.

Quiça, possa dar-me como louca
pois bem, que assim sejas então.

Ah sangue-sugas sim, por todos os lados.
A tua espera, pra lhe sugar todo o sangue
e quando não mais tive-lo, então lhe tiraram
a alma e sobretudo sua dignidade.

A sujeira é grande
cheira enxofre, nauseia.
O ópio se esconde
por detrás do belo. (Cui-dado).

Eu sei, a passarela doce leve e linda - lego engando.
Nem tudo que reluz ouro é; pontuo.
Mas nada como um dia após o outro
com uma noite no meio pra cortar.

Sinto muito por voce...
Sinto, ver voce ser confundida como presa.
Lembre-se voce tem dois olhos,
use-os.

E amanhã ou depois?
Certamente voce lembrar-se-á
desta minha rima louca.
Quiça, hoje infundada!
Ok?
Geane Masago
(06-05-2013)

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